Clínica Dr. Dilson Otorrinolaringologia
 
Clínica Dr. Dilson Exames

 

A Clinica Dr. Dilson realiza os exames a seguir:

 

Audiometria Ocupacional
Audiometria Tonal
Audiometria Tonal infantil condicionada
Audiometria vocal-discriminação
Audiometria vocal-inteligibilidade
Impedanciometria
Emissões otoacústicas (TESTE DA ORELHINHA)
Pesquisa de pares cranianos
Otoneurologico
Vecto-electronistagmografia - com provas calóricas com ar
Registro do Nistagmo Pendular
Pesquisa do Nistagmo Optocinético
Laringoscopia com estroboscopia
Laringoscopia direta
Video-Fibronasofaringolaringoscopia com Endoscópio Flexível com gravação em VHS ou DVD

 

AUDIOMETRIA OCUPACIONAL

A audiometria é um exame em se faz a medida do quanto uma pessoa escuta naquele momento. É efetuado em uma cabine audiométrica, por um(a) Fonoaudilogo(a) habilitado e devidamente treinado na execução destes exame.

QUAL O OBJETIVO DE SE REALIZAR ESTES EXAMES ?

O objetivo é evitar a perda auditiva, realizar um acompanhamento da saúde auditiva dos funcionários de uma empresa, para verificar se a audição não está sendo prejudicada pelo efeito do ruído, de produtos químicos,ou de vibração. Tudo que vier a interferir na audição. O objetivo específico é identificar as possibilidades da perda auditiva e retirar o funcionário de uma determinada função. E é só com exames periódicos acompanhamento que se pode detectar se há uma progressão da perda auditiva ou se está tudo correndo bem.


AUDIOMETRIA TONAL

Este exame avalia de forma subjetiva os limiares auditivos, ou seja a capacidade auditiva da pessoa. Depende da resposta e cooperação do paciente, que deve informar ao examinador se está ou não ouvindo os sons apresentados. Pode ser feito por médicos otorrinolaringologistas ou fonoaudiólogas, em uma cabine acusticamente isolada. A apresentação dos sons é feita através de fones de ouvido e vibradores sonoros posicionados na mastóide (osso atrás da orelha), sendo totalmente indolor. Como é um exame subjetivo, pode ser de difícil realização em crianças e idosos.


AUDIOMETRIA TONAL INFANTIL CONDICIONADA

Para o desenvolvimento da fala e da linguagem da criança o papel da audição é fundamental. Estudos comprovam que a detecção de alterações auditivas e a intervenção iniciada até os 6 meses de idade, garantem um desenvolvimento comparável com crianças normais, de mesma faixa etária que não tiveram nenhuma alteração auditiva. Daí a importância da detecção e intervenção ainda nos primeiros meses de vida.

Esse tipo de Audiometria é indicado para crianças menores, nos permite avaliar e determinar o grau de audição da criança (verificar a menor intensidade que a criança escuta), é realizada em crianças de 3 a 5 anos de forma lúdica. É realizado dentro da cabina acústica e com brinquedos de encaixe.


AUDIOMETRIA VOCAL-DISCRIMINAÇÃO

1) Limiar de Audibilidade da Voz, sem que haja necessariamente entendimento da palavra falada.

2) Limiar de Detectibilidade da Fala (LDF), conhecido também como Speech Detection Threshold (SDT). É o momento em que o indivíduo detecta a presença de um sinal de fala, em 50% das apresentações, mesmo sem sua compreensão. É utilizado para investigação do impacto funcional das perdas auditivas intensas e profundas (incapacidade auditiva). Apresenta relação direta com os limiares médios tritonais tonais (média aritmética das perdas observadas em 500, 1.000 e 2.000 Hz).

3) Limiar de Discriminação Vocal. É determinado quando o examinado reconhece o maior número de palavras que lhe são apresentadas, repetindo-as corretamente, com um acerto percentual que pode chegar a 100% nos casos com discriminação normal. Na prática, este limiar é obtido 25 a 30 decibéis acima do determinado para o reconhecimento de fala (LRF ou SRT).

4) Índice Vocal. Guarda relação direta com o Índice de Discriminação Vocal (IDV) ou Índice de Reconhecimento de Fala (IRF). Nada mais é do que a percentagem de repetição correta dos fonemas apresentados ao examinado na intensidade do Limiar de Discriminação Vocal. Exames com audição normal ou perdas de condução não apresentam índices menores que 88%, que é considerado como limite inferior da normalidade. As perdas cocleares, sensorioneurais, podem apresentar pequenas reduções nos índices, guardando relação de proporcionalidade com a magnitude da perda tonal. As perdas sensorioneurais, retrococleares, apresentam significativa redução dos índices e, não raramente, guardam nítida relação de desproporcionalidade com o perfil tonal obtido na Audiometria Tonal.


AUDIOMETRIA VOCAL-INTELIGIBILIDADE

Limiar de Inteligibilidade da Fala ou Limiar de Reconhecimento da Fala, ou Limiar de Recepção da Fala (também conhecido como SRT – Speech Recognition Threshold). É determinado no momento em que o examinado é capaz de repetir corretamente 50% (cinqüenta por cento) dos vocábulos apresentados. Guarda relação com até 10 decibéis acima dos limiares tritonais (500, 1.000 e 2.000 Hz). É útil para comprovar a detecção correta do limiar tritonal obtido. Discrepâncias entre estes Limiares (Inteligibilidade da Fala, ou Reconhecimento da Fala, ou Recepção da Fala e a média tritonal) sugerem equívoco na realização do exame, seja por parte do examinador ou do examinado. Tal situação se faz presente nas falsas perdas sejam estas de ordem psicológica ou intencional (simulação) e na tentativa de ocultar perdas verdadeiras (dissimulação).


IMPEDANCIOMETRIA

A impedanciometria envolve a timpanometria e a pesquisa do reflexo estapédio.

Quando o ouvido médio e a tuba são normais, a melhor complacência do sistema vai ocorrer mediante uma pressão no CAE semelhante à pressão atmosférica uma vez que a pressão no ouvido médio também vai se igualar à pressão atmosférica (P CAE = P OM = P atm).


EMISSÕES OTOACÚSTICAS (TESTE DA ORELHINHA)

O registro das emissões otoacústicas (EOAs) é um exame realizado para a detecção de alterações auditivas de origem coclear. Em cada 1.000 recém-nascidos, 2 a 6 apresentam algum tipo de perda auditiva. É uma incidência muito alta se comparada com outras doenças que têm testagem obrigatória ao nascimento. Devido a isto, a triagem auditiva neonatal universal (teste da orelhinha) deveria fazer parte da rotina de exames de todas as maternidades, pois a detecção precoce da deficiência auditiva ainda é a melhor maneira de garantirmos à criança surda a oportunidade de ter uma linguagem mais próxima da realidade. Caso a descoberta da deficiência auditiva seja após segundo ano de vida, a criança perde, por causa de seu mundo silencioso, a fase mais importante da aquisição de linguagem e conseqüentemente terá dificuldades não só para se comunicar, mas também na relação com o semelhante, já que encontra-se rodeada por ouvintes e vive num mundo repleto destes. 

A triagem auditiva é feita inicialmente através do exame de emissões otoacústicas, em que demora de cinco a dez minutos, sendo realizado no segundo ou terceiro dia de vida,  no berçário. No instante da execução o bebê deverá estar em sono natural, visto que não tem contra-indicação, não acorda e nem incomoda-o.

O registro das emissões otoacústicas (EOAs) é um exame que visa avaliar a integridade da cóclea (alterações auditivas). Consiste em um método objetivo,simples, rápido, não invasivo (não se faz necessário o uso de agulhas ou qualquer objeto perfurante), e que pode ser realizado em qualquer faixa etária, ressaltando-se sua aplicação em recém-nascidos. Por serem exame objetivo torna-se ideal para avaliar bebês, crianças – inclusive com sistema neurológico afetado,por haver maior dificuldade na realização de testes subjetivos.

As emissões otoacústicas são sons gerados na cóclea da maioria das orelhas normais,através de um processo de ativação bio-mecânica dos cílios cocleares, ou seja, utiliza-se um som (click) para estimular a cóclea.Para BROWNELL apud LOPES FILHO, 1994, a possível origem deste mecanismo bioativo, encontra-se nas células ciliadas externas do Órgão de Corti, na cóclea (orelha interna), graças a sua capacidade de eletromotilidade, ou seja, suas propriedades mecânicas.

A produção das EOAs seria resultante deste mecanismo bioativo da cóclea (contração rápida das células ciliadas externas).As emissões otoacústicas podem ser classificadas em duas categorias:• Espontâneas = ocorrem em 50% das orelhas normais.• Evocadas = ocorrem em 100% das orelhas normais. Para BESS & HUMES (1998, p. 101) “A principal distinção entre as duas classes de EOAs refere-se ao fato de haver ou não a necessidade de um estímulo sonoro para provocá-la As emissões espontâneas ocorrem sem estimulação, enquanto que as emissões evocadas requerem a apresentação de um estímulo acústico”.

As EOAs são registradas em todos os indivíduos cujos limiares auditivos sejam melhores ou iguais a 30 dB, e como cerca de 50% das orelhas humanas com audição normal, incluindo os bebês apresentam as EOAs (emissões otoacústicas), então,sua ausência pode resultar ou não em uma perda da audição, com irregularidade na função coclear. Durante a aplicação clínica,utiliza-se para vedar o canal auditivo externo.

É empregado uma ou mais fontes de som e um microfone. Um estímulo acústico é mandado pela fonte de um som, ao canal auditivo externo, passando pela orelha média até chegar à cóclea. As células que estão dentro da cóclea (cílios cocleares), são excitados pelos estímulos e reagem através da emissão de uma resposta acústica. Essa resposta vai em direção contrária, isto é, volta da cóclea para o canal auditivo externo para serem detectadas pelo microfone do equipamento. Por sua rapidez, por seu caráter não traumatizante e por sua fidedignidade, torna-se um teste ideal para programas de triagem.


PESQUISA DOS PARES CRANIANOS

O exame Pesquisa dos Pares Cranianos, serve para indicar a função dos locais inervados por estes nervos como as funções: olfativa, a visão,a motilidade dos olhos, da boca, sensibilidade e motilidade dos músculos da face, da audição, gustação, movimento e sensibilidade da boca, faringe, laringe e língua.


OTONEUROLÓGICO 

A avaliação da audição e do equilíbrio corporal deve ser realizada por meio do exame otoneurológico. Este é composto por procedimentos semiológicos (audiometria, testes de discriminação vocal, imitanciometria e vestibulometria com electronistamografia, vecto-electronistagmografia ou nistagmografia computadorizada), que visam a confirmar a presença de les ão auditiva e/ou vestibular, localizando-as em nível periférico (labirinto e/ou VIII nervo crânio) ou central (núcleos , vias e inter-relações no sistema nervoso central), determinar o(s ) lado(s ) e estabelecer o prognóstico da afecção.

Além das tonturas e outros sintomas associados já referidos , o exame otoneurológico deve também ser realizado em pacientes com migrâmia, s índrome de tronco cerebral e cerebelo, s índrome de pânico e em crianças com retardo de desenvolvimento motor ou com distúrbios de linguagem e mau rendimento escolar.


VECTO-ELECTRONISTAGMOGRAFIA - COM PROVAS CALÓRICAS COM AR

A vecto-electronistagmografia (VENG), é um exame em que se coloca três electródios ativos (temporal direito, temporal esquerdo e frontal) que serve para registro de movimentos oculares normais e anormais (nistagmo) que podem traduzir alguma anormalidade do labirinto. Sendo que durante o registro do exame estimula-se os labirintos com ar ou água por um período curto.


REGISTRO DO NISTAGMO PENDULAR

Nesta prova o paciente deve acompanhar o movimento de um pêndulo com os olhos, sem mover a cabeça. Existem quatro tipos de rastreio pendular. Os indivíduos normais poderão apresentar rastreio de tipo I (curva sinusoidal) ou de tipo II, com uma reentrância de um dos lados da curva. Os pacientes com alterações e centrais também podem ter o rastreio semelhante ao do individuo normal. Nesses casos , as alterações que indicam o comprometimento central ou periférico estarão em outras provas do exame vestibular. O tipo III poderá aparecer em alterações periféricas ou centrais . Ele ocorre em função da superposição de um nistagmo espontâneo de olhos abertos na curva do rastreio. O tipo IV será sempre de origem central, onde o paciente não consegue seguir o movimento do pêndulo.


PESQUISA DO NISTAGMO OPTOCINÉTICO

Este nistagmo é pesquisado com um tambor que possui faixas pretas e brancas , cuja rotação apresenta velocidades programáveis, no sentido anti-horário, no plano e horário, no plano horizontal. No sentido do horário do tambor, o nistagmo produzido é horizontal para a direita e no sentido anti-horário, nistagmo horizontal para a esquerda. Na pesquisa deste nistagmo, é importante verificar a presença e a simetria das respostas.

Quando a assimetria se fizer presente, é fundamental observar se o nistagmo optocinético está sofrendo influência de um nistagmo espontâneo de olhos abertos.


LARINGOSCOPIA ESTROBOSCOPIA

Á  semelhança da laringoscopia este exame baseia-se em estudar a movimentação e vibração das pregas vocais usando-se uma luz intermitente (estroscopica), o que se permite uma visualização mais detalhada das estruturas da laringe.


LARINGOSCOPIA DIRETA

Laringoscopia é um exame realizado com anestesia local, para observar possíveis lesões na boca, laringe e faringe. Normalmente é feito nos gabinetes das consultas e não necessita de internamento.

Dependendo do médico, é colocado anestesia em spray na garganta do doente, é pedido a este para colocar a língua para fora, e introduzido o aparelho pela boca até à faringe. O médico vai visualizando no monitor do aparelho as zonas por onde passa o laringoscópio. Alguns aparelhos gravam o exame permitindo ser visualizado por outros médicos e acompanhar a evolução da doença.

Uma percentagem pequena de doentes tem sensação de vômito quando o aparelho passa na garganta. Pode ser necessário fazer o exame com anestesia ou pelo nariz (nasolaringoscopia). Geralmente é usado em crianças e feito pelo otorrino. Se o médico vir uma lesão duvidosa pode necessitar de fazer biopsia. O doente é sedado ou anestesiado e é feito no Centro cirúrgico.


VÍDEO-FIBRONASOFARINGOLARINGOSCOPIA com Endoscópio Flexível com gravação em VHS ou DVD

O exame é realizado sob anestesia tópica do nariz, faringe e da laringe supra glótica com o paciente sentado. É realizado através do nariz, permitindo o diagnóstico das doenças da cavidade nasal, oral, orofaringe, hipofaringe e da laringe, em especial das narinas e das pregas vocais.

Atenção é dada a todas as estruturas da laringe em busca de lesões orgânicas ou funcionais. As crianças permitem a realização da laringoscopia com relativa facilidade na maioria das vezes. Eventualmente a laringoscopia pode não ser tolerada por náuseas ou resistência do paciente sendo necessário alguma sedação.

 

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